quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Climatologia
É um dos ramos da geografia física que estuda o clima e o tempo. A climatologia é uma ciência muito importante, pois diversas atividades humanas (agricultura, economia, comércio, etc) dependem de dados do clima para tomar atitudes. Um fazendeiro, por exemplo, necessidade de informações do clima para saber quando, quanto e como poderá plantar e colher determinado gênero agrícola.Com o uso da tecnologia moderna, principalmente dos satélites, a climatologia atual vem oferecendo dados e informações cada vez mais precisas sobre chuvas, secas, temporais, furacões, geadas, etc. As informações de médio e longo prazo, que antes eram inexatas, agora são geradas com alto grau de acerto pela climatologia.Com as mudanças climáticas que temos verificado nas últimas décadas, principalmente o aquecimento global, a climatologia tornou-se ainda mais importante. Esta ciência oferece dados capazes de sinalizar para o aumento ou diminuição das temperaturas em nosso planeta.
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Novo jornal da Bahia, Massa!
Uma segunda linha do jornal A tarde o jornal Massa que chega para oferecer notícias e informação de entretenimento e serviço às classes C e D,o novo produto, que é o primeiro jornal popular da Bahia, aposta na linguagem coloquial, mas nem por isso menos informativa.O Massa mostrará mais da rotina nos bairros populares de Salvador, refletindo a sua diversidade cultural.Além disso, estará atento às ações de incentivo ao exercício da cidadania.
Agora na minha opinião o jornal A Tarde lançou esse novo jornal no intuito de competir com o jornal Correio da Bahia. Pois quando o jornal Correio colocou o preço de 50,00 centavos a popularidade cresceu fazendo com que o A Tarde ficasse para trás , mas o atarde respondeu e lançou O Massa pelo mesmo preço para competir.
Agora na minha opinião o jornal A Tarde lançou esse novo jornal no intuito de competir com o jornal Correio da Bahia. Pois quando o jornal Correio colocou o preço de 50,00 centavos a popularidade cresceu fazendo com que o A Tarde ficasse para trás , mas o atarde respondeu e lançou O Massa pelo mesmo preço para competir.
A primeira Presidente do Brasil
Após quatro meses de uma campanha em que temas morais e religiosos ofuscaram propostas concretas sobre temas importantes à nação, Dilma Rousseff é eleita a primeira presidente da história brasileira. A candidata petista derrotou o tucano José Serra em um segundo turno em que a abstenção superou os 20 milhões de eleitores.Na comparação com o primeiro turno, Serra conseguiu reverter o resultado favorável à petista no Rio Grande do Sul e no Espírito Santo. No início do mês, Dilma venceu em 18 Estados, Serra levou em oito, e Marina Silva foi a mais votada no Distrito Federal. Dilma confirmou a força do PT no Nordeste, vencendo em todos os Estados da região, em alguns deles com votação superior a 70% dos votos válidos como Maranhão e Pernambuco. A presidente eleita também teve uma vitória importante em Minas Gerais, reduto do PSDB que elegeu o tucano Antônio Anastasia em primeiro turno.
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
1° Fase do Modernismo no Brasil
A Semana de arte moderna (1922) é considerada o marco inicial do Modernismo brasileiro. A Semana ocorreu entre 13 e 18 de fevereiro de 1922, no Teatro Municipal de São Paulo, com participação de artistas de São Paulo e do Rio de Janeiro. O evento contou com apresentação de conferências, leitura de poemas, dança e música. O Grupo dos Cinco, integrado pelas pintoras Tarsila do Amaral e Anita Malfatti e pelos escritores Mário de Andrade, Oswald de Andrade e Menotti Del Picchia, liderou o movimento que contou com a participação de dezenas de intelectuais e artistas, como Manuel Bandeira, Di Cavalcanti, Graça Aranha, Guilherme de Almeida, entre muitos outros.Na Semana de Arte Moderna foram apresentados quadros, obras literárias e recitais inspirados em técnicas da vanguarda européia, como o dadaísmo, o futurismo, o expressionismo e o surrealismo, misturados a temas brasileiros.
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Pontuação
! Ponto de Exclamação- Serve para indicar admiração ou expanto Ex.: Isso é bom!
? Ponto de Interrogação- É usado para fazer perguntas Ex.: Para onde o senhor vai ?
( ) Parenteses - Serve para separar palavras ou espressões na frase ou paragrafo Ex.: Meu primo é muito grande (alto)
; Ponto-e-vírgula - separar um periodo que já se encontra dividido por vírgulas Ex.: Ele não disse nada, apenas olhou ao longe, sentou por cima da grama; queria ficar sozinho com seu cão.
: Dois pontos - É usado quando: se vai fazer uma citação ou introduzir uma fala ou uma enumeração de algo Ex.: Fui á feira comprar : mamão, laranja , pera e maracuja.
" " Aspas - São usados num citação ou para distacar uma palavra estrangeira, girias entre outras Ex.: Nada pode com a propaganda de “outdoor”.
... Reticências - São usadas para indicar supressão de um trecho, interrupção ou dar idéia de continuidade ao que se estava falando Ex.: (...) Onde está ela, Amor, a nossa casa
. Ponto final - É usado ao final de frases para indicar uma pausa total Ex.: Não quero dizer nada.
, Virgula - separar termos que possuem mesma função sintática na oração Ex.: O menino berrou, chorou, esperneou e, enfim, dormiu.
? Ponto de Interrogação- É usado para fazer perguntas Ex.: Para onde o senhor vai ?
( ) Parenteses - Serve para separar palavras ou espressões na frase ou paragrafo Ex.: Meu primo é muito grande (alto)
; Ponto-e-vírgula - separar um periodo que já se encontra dividido por vírgulas Ex.: Ele não disse nada, apenas olhou ao longe, sentou por cima da grama; queria ficar sozinho com seu cão.
: Dois pontos - É usado quando: se vai fazer uma citação ou introduzir uma fala ou uma enumeração de algo Ex.: Fui á feira comprar : mamão, laranja , pera e maracuja.
" " Aspas - São usados num citação ou para distacar uma palavra estrangeira, girias entre outras Ex.: Nada pode com a propaganda de “outdoor”.
... Reticências - São usadas para indicar supressão de um trecho, interrupção ou dar idéia de continuidade ao que se estava falando Ex.: (...) Onde está ela, Amor, a nossa casa
. Ponto final - É usado ao final de frases para indicar uma pausa total Ex.: Não quero dizer nada.
, Virgula - separar termos que possuem mesma função sintática na oração Ex.: O menino berrou, chorou, esperneou e, enfim, dormiu.
Modernismo em Porutgal
No início do Séc. XX, havia um sentimento geral de que não era mais possível renovar a arte tradicional. As escolas literárias repetiam suas fórmulas. A superficialidade convivia com a crença de que a evolução tudo comandava e pouco cabia ao homem nesse processo.No entanto, um movimento forte e amplo - o Modernismo - viria dar fim a este marasmo e implantar o inconformismo.Modernismo, não foi apenas produto de uma evolução estética: ele decorreu de todo um estado de espírito formado pela cultura da época e que repercutiria em todas as artes, integrando literatura, pintura, música arquitetura, cinema, etc. A primeira Guerra Mundial foi o grande divisor das águas.
O modernismo na literatura foi praticado por duas gerações de inteletuais ligados a duas publicações literárias: um primeiro modernismo surgido em 1915, em torno da revista Orpheu; um segundo modernismo organizado em 1927, em torno da revista Presença.
Ainda antes destas, surgiram em Portugal revistas que propunham diferentes soluções estéticas e políticas para recuperar o atraso português a este nível, como a Nação Portuguesa, de feição conservadora, e a Seara Nova, de tendências mais progressistas e democráticas. Nesta revista colaboraram investigadores como o historiador Jaime Cortesão, António Sérgio e os escritores Aquilino Ribeiro e Raul Brandão.
1ª geração - o Orfismo : Fernando Pessoa, Mário de Sá Carneiro, Almada Negreiros e outros;
2ª geração - o Presencismo: José Régio, João Gaspar Simões, Branquinho da Fonseca e outros;
3ª geração - o Neo-Realismo: Alves Redol, Ferreira de Castro, Jorge de Sena e outros.
O modernismo na literatura foi praticado por duas gerações de inteletuais ligados a duas publicações literárias: um primeiro modernismo surgido em 1915, em torno da revista Orpheu; um segundo modernismo organizado em 1927, em torno da revista Presença.
Ainda antes destas, surgiram em Portugal revistas que propunham diferentes soluções estéticas e políticas para recuperar o atraso português a este nível, como a Nação Portuguesa, de feição conservadora, e a Seara Nova, de tendências mais progressistas e democráticas. Nesta revista colaboraram investigadores como o historiador Jaime Cortesão, António Sérgio e os escritores Aquilino Ribeiro e Raul Brandão.
1ª geração - o Orfismo : Fernando Pessoa, Mário de Sá Carneiro, Almada Negreiros e outros;
2ª geração - o Presencismo: José Régio, João Gaspar Simões, Branquinho da Fonseca e outros;
3ª geração - o Neo-Realismo: Alves Redol, Ferreira de Castro, Jorge de Sena e outros.
Cosmologia
Os pré-socráticos buscavam, além de falar sobre a origem das coisas, mostrar que a physis (naturezas) passava por constantes mudanças e que essas eram provocadas por alguma coisa que tentavam conhecer. Por causa das viagens marítimas, da invenção do calendário, da invenção da moeda, do surgimento das polis, da invenção da escrita e da política os gregos passaram a perceber que nada ocorria por acaso e que não existia a interferência de deuses relatados no período mitológico.
A cosmologia surgiu como a parte da filosofia que estuda a estrutura, a evolução e composição do universo, sendo a primeira expressão filosófica apresentada no Período pré-socrático ou cosmológico. Suas principais características são: a substituição da explicação da origem e transformação da natureza através de mitos e divindades por explicações racionais que identificam as causas de tais alterações, defende a criação do mundo a partir de um princípio natural e que a natureza cria seres mortais a partir de sua imortalidade.
A cosmologia surgiu como a parte da filosofia que estuda a estrutura, a evolução e composição do universo, sendo a primeira expressão filosófica apresentada no Período pré-socrático ou cosmológico. Suas principais características são: a substituição da explicação da origem e transformação da natureza através de mitos e divindades por explicações racionais que identificam as causas de tais alterações, defende a criação do mundo a partir de um princípio natural e que a natureza cria seres mortais a partir de sua imortalidade.
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